Coluna: Luiz Paulo Horta




João Paulo II, um homem de oração

Por: Luiz Paulo Horta

 

O papa chegou gloriosamente aos seus 25 anos de pontificado — coisa que, em tempos modernos, só foi alcançada por Pio IX e por Leão XIII. Sua
resistência física e moral é extraordinária. Um dos motivos para isto é certamente o fato de ser ele um homem de oração. Gandhi dizia: “Eu não sou senão um homem de oração”. Palavra que caberia perfeitamente ao Papa. É o que se pode deduzir do livro agora editado em português —  “A sabedoria de João Paulo II”, ed. Record —, onde diversos trechos são dedicados à oração. 

 

Como o que se segue:

 

“A oração pode verdadeiramente mudar a sua vida. Pois ela tira a sua atenção de você mesmo e orienta sua mente e seu coração em direção ao Senhor. Se olharmos apenas para nós mesmos, com nossos pecados e limitações, rapidamente nos entregamos à tristeza e ao desalento. Mas se
mantivermos os olhos fixos no Senhor, então nossos corações se encherão de esperança, nossas mentes serão lavadas na luz da verdade e conhe-
ceremos a grandeza do Evangelho, com todas as suas promessas de vida” (discurso aos jovens em Nova Orleans, setembro de 1987).


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